Entrevista - Lyan K. Levian

10:00


Olá, amantes de livros!
Hoje teremos uma entrevista com um autor super bacana, o Lyan K. Levian, autor de "Anjo Negro".
A história dele - pelo que li da sinopse - parece ser bem interessante, bora conhecer?

Sobre o autor

 

Lyan K. Levian

Biografia: Seguindo um indelével desejo pela igualdade, Lyan veste seu manto para colocar em palavras tudo aquilo que acredita sobre o amor e sobre a libido das pessoas.

“Somos todos anjos em corpos humanos, e anjos não têm definição de gênero. Logo, não importa a quem se ame, desde que seja verdadeiro”


Estando no mundo da escrita há alguns anos, mas somente iniciando publicações do tipo “boys love” em 2016, Lyan traz aos que amam histórias entre garotos um novo frescor nos enredos, sempre misturando romance com personagens problemáticos e lascivos.


Sobre sua obra

 


Título: Anjo Negro

Sinopse: Kenan Russel é novato na escola em plena metade do 3º colegial – um verdadeiro saco, na opinião dele. Mas sua petulância e personalidade desaforada fazem com que não se sinta intimidado pelos olhares que recebe por causa de sua aparência.

Já Lucio Corrêa, aluno daquela escola desde o primeiro colegial, é o extremo oposto de Kenan: vive encolhido na esperança que não o notem. O bullying que sofre diariamente ensinou-o qual é seu lugar no mundo.

Kenan vê aí uma boa oportunidade de passar o tempo: quanto mais Lucio se retrai na cadeira por causa de suas provocações, mais quer incomodá-lo.

Porém, uma pequena atitude de Lucio faz com que Kenan comece a olhá-lo de forma diferente.


(Indicado para MAIORES de 18 ANOS por conter cenas homoeróticas, violência e palavrões)

Perguntas e respostas


Onde você costuma encontrar inspiração para escrever?

LYAN: Tudo ao meu redor inspira. Uma fotografia; um filme, série ou anime que eu tenha assistido, um livro ou mangá lido; uma música que ouço (às vezes pela letra, às vezes pelo ritmo); alguma situação que vejo na rua… Enfim. A mente de quem quer viver da escrita precisa ser um radar a todo momento.



O que a palavra “escrever” significa na sua vida?

LYAN: Escrever é como um remédio. Uso a escrita como uma maneira de fazer minha própria viagem, criar meus próprios mundos, viver minhas próprias fantasias. É algo que, quando estou fazendo, não sinto que deveria estar em mais nenhuma outra tarefa.
Então, “escrever” para mim é, sem sombra de dúvidas, um lenitivo. Um escape. Uma forma de respirar com alívio, desengasgando as histórias que insistem em se prender em minha garganta dilacerando minha paz.



Quando descobriu que escrever era sua paixão?

LYAN: Não teve um momento “mágico” em que eu tivesse tido um estalo repentino. Esta percepção está mais para um fato que veio gradualmente, já que escrever sempre foi algo que fiz desde criança.

Sempre criei histórias, algumas delas indo parar num caderno de garranchos infantis, e aos poucos a vontade que outras pessoas “me lessem” foi emergindo. Mas a decisão de fazer disso uma profissão aconteceu quando eu tinha vinte e poucos anos.



Descreva o processo de escrita dos seus livros. Você faz algum tipo de pesquisa ou preparação?

LYAN: Sim, com certeza. Crio sempre uma estrutura inicial para escrever, pois começar a colocar palavras sem rumo no computador pode fazer com que eu perca a direção. Preciso saber onde quero chegar, e como chegar. Entender quem são meus personagens, quais suas motivações, etc. Antes de iniciar crio um resuminho do que deve acontecer em cada capítulo (este processo leva de um a sete dias, dependendo da complexidade da trama).

Quando a história acontece em um ambiente diferente do que conhecemos, uma pesquisa mais aprofundada se faz imprescindível. É importante entender como funciona um país, ou alguma época em especial, para não dar gafes muito feias (as gafes sempre existirão, mas temos que minimizar ao máximo). Isso também é importante se formos criar um mundo novo, fictício, para que haja coerência no decorrer das cenas.

Enfim, para escrever um livro sempre faço diversos tipos de pesquisas e anotações. Um processo muitas vezes longo, mas importante para criar um terreno onde eu possa caminhar com segurança.




Os seus personagens são baseados em pessoas reais ou são obras da sua imaginação?

LYAN: “A ficção imita a realidade”, é o que dizem. Posso afirmar que meus personagens são baseados em pessoas que já encontrei ao longo de três décadas, mas nem sempre é assim. Em “Anjo Negro”, por exemplo, não me baseei em alguém que eu conheça (ao menos, não conscientemente). Mas existem outras histórias (ainda em andamento) em que os personagens foram ligeiramente baseados em pessoas ou situações que observei ou vivi.



Como foi criar “Anjo Negro”? E o que essa história significa na sua vida?

LYAN: Escrevi Anjo Negro da forma mais despretensiosa possível. Quando comecei, apenas queria colocar uma ideia pra fora. Nem tinha a intenção de publicar de fato. Mas ao terminar vi que era algo que eu gostaria de ler, e recebi o incentivo de meu namorado para fazer a publicação pela Amazon.

Esta história começou com a simples pergunta: “O que aconteceria se um estudante novato, no estilo ‘bad boy’, esbarrasse com um garoto introvertido e bolinado logo no primeiro dia de aula?”. É uma ideia clichê (tenho consciência disso), mas de certa forma gosto destas histórias em que acabamos por descobrir que os personagens não eram bem aquilo que aparentava. E com Anjo Negro eu creio que consegui desenvolver esta ideia de uma forma agradável.

Para mim, Anjo Negro significou uma porta de entrada para um mundo de possibilidades. Eu escrevo há anos, mas nunca tinha criado algo neste estilo (com cenas quentes entre garotos), e quando concluí a história de Kenan e Lucio (protagonistas deste livro), senti uma realização diferente. Não era somente “mais um livro concluído”. Era a primeira obra em um novo terreno. Um terreno que sempre gostei de explorar como quem lê, mas que agora podia estar também no lado de quem escreve.



Tem projetos para o futuro? Quais?

LYAN: Sempre! Quando finalizei “Anjo Negro” já existia um outro projeto preparado para ser iniciado (é nele que estou trabalhando agora). Trata-se de um livro bem maior que Anjo Negro, e que pretendo lançar ainda no início de 2017. Assim como “Anjo Negro”, também é um romance entre garotos (afinal, é meu foco).

Fora esta em que estou trabalhando, existem várias outras histórias que ainda precisam ser previamente planejadas, mas que estão guardadas só esperando a vez. Algumas misturando um pouco de fantasia, outras com toques futurísticos, e algumas acontecendo em séculos passados. Tudo isso usando o mesmo estilo que tem cativado os leitores de “Anjo Negro”.

E não pretendo parar enquanto houver vitalidade correndo em minhas veias. Posso dizer, com certeza, que Anjo Negro foi apenas um pequeno início de muitas outras histórias para quem gosta de ver a superação do amor LGBT. =)


E aí? Gostaram da entrevista? Eu simplesmente adorei, aliás, agradeço o Lyan pela oportunidade.

Se quiserem conhecer um pouco mais "Anjo Negro" ou até mesmo o autor, deixarei o link de onde podem encontrá-los.


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41 comentários

  1. Amei a entrevista! ótimo blog

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    Respostas
    1. Que legal que gostou, Joshua! \o/
      Fico feliz pelo seu comentário =)

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  2. Adorei a entrevista, acabei de ler o livro e tenho um blog que comento que é o comentalivros.com. Virei fã dele!

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  3. Adorei a entrevista, fico vendo as inspirações dos autores e também suas "lutas" para conseguir reconhecimento pelas obras. E adorei conhecer essa obra, adoro livros com temáticas LGBT, pena que não tem tanto espaço no mercado editorial, mas vou procurar ler a obra e ver o que acho, porque já fiquei bem curioso pela trama.

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  4. Oi, tudo bem?
    Adorei a entrevista! Apesar de não conhecer ainda o autor e o livro, sempre acho interessante saber como foi o processo de escrita, o que inspira os autores, o que os motiva a escrever... enfim, conhecer a perspectiva do autor mesmo.
    Gostei da sinopse do livro também e, com certeza, vou querer ler.
    Beijos!

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  5. Adorei conhecer o autor e gosto muito de como ele ver as pessoas.
    Anjo Negro é um liovro bem curioso. Quer ter a oportunidade de ler.

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  6. Oi, Aline!
    Apesar de não conhecer o livro antes de ler seu post, curti a entrevista com o autor. É sempre interessante saber mais sobre como os autores constroem seus personagens, onde buscam inspiração para suas tramas e coisas do tipo. O que ele falou sobre pesquisar sobre a ambientação da história é fundamental, já li um livro há algum tempo que tudo soava meio diferente da realidade do lugar.

    Beijos, Entre Aspas

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  7. Oi
    Muito legal a entrevista, achei as respostas maduras e cativantes, o autor foi direto e simples, o que muito aprecio. Sobre o livro, conheço, mas nunca li, infelizmente. Vou divulgar a entrevista na fanpage Literatura LGBT

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  8. Adorei a entrevista e e o autor parece ser muito simpático! Adoro esses quadros de bate papo com autores pois no permitem conhecer um pouco mais sobre o autor e até uma pincelada melhor na obra também. Gostei da resposta que ele deu a respeito de como desenvolveu a obra.

    beijinhos!

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  9. Oiii

    Muito legal a entrevista. Esta coisa de inspiração é muito complicada, pois se o autor não se cuidar acaba "plagiando" sem querer, pois inconscientemente achamos que estamos criando algo, mas na verdade estamos apenas reproduzindo.
    Acho que escrever é uma arte muito difícil. Eu tento, mas ainda não consegui terminar meu livro (e estou a anos luz de acabar, haha)
    Acho muito legal ele se importar com a pesquisa antes da escrita. É muito ruim encontrar erros óbvios em tramas.

    Vícios e Literatura

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  10. Oi...
    É muito legal isso de pesquisar antes de escrever. acho que dá um toque especial á história.
    Essas entrevistas são bem legais, elas nos aproximam mais com o autor. Curti muito Lyan e quero parabeniza-lo pelo trabalho.
    Bjoo

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  11. Olá,

    Não conhecia esse obra ainda, mas fiquei bem interessada na história, já que não conheço muitos livros com essa temática. Achei a entrevista incrível! Tantos as perguntas, quanto as repostas foram muito bem feitas. Parabéns.

    Beijos,
    http://entreoculoselivros.blogspot.com.br/

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  12. Quando se tem talento, qualquer coisa inspira. Não conhecia o autor, e agradeço pela oportunidade de conhecer tanto ele, como o trabalho dele.
    Bjs, Rose.

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  13. Olá, tudo bem?
    Que entrevista incrível, não conhecia a autora e mesmo passando bem longe de ser escritora me identifiquei com os valores da escrita para ela, quando um autor escreve com tanto afinco e carinho o livro fica sempre mais interessante. Eu acho ótimo deparar com livros que mostram relacionamentos homo afetivos, pois quebram tabus e preconceitos, desejo que esse tipo de literatura continue a crescer e trazer obras incríveis.
    Sucesso a autora e espero ter a oportunidade de ler algum livro dela.
    Beijos

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  14. bacana ele escrever algo na temática LGBT,eu curto histórias assim...mas como ele mesmo apontou,é clichê... isso me incomoda bastante na hora de escolher uma leitura... elementos clichês...

    ah,ele se inspira até com mangá,que fofo *--*
    hehee sucesso pro autor...
    bj ^^

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  15. Muito bom conhecer autores novos! Lyan parece ser um autor muito simpático, e seu livro também parece ser muito interessante! A temática LGBT é nova pra mim, mas gosto muito de tentar coisas novas e sair da zona de conforto. É uma entrevista muito bacana, com perguntas bem feitas e respostas elucidativas! Parabéns aos dois!

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  16. Oie tudo bem?
    Adoreiiii a entrevista, gostei pakas das perguntas.
    Beijos

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  17. Olá, tudo bem?
    Confesso que não conhecia o livro nem o autor,mas amei a premissa da obra.
    O autor parece ser um amor de pessoa.
    Amei a entrevista. Muito sucesso ao autor e parabéns ao blog pela entrevista. Beijos

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  18. Que entrevista legal! Amei as perguntas, foram muito inteligentes e as respostas então...Adorei conhecer o autor e adorei a premissa do livro...Bjs

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  19. Olá, tudo bem?

    Achei super legal a entrevista, adorei as perguntas e as respostas. O autor parece ser bem simpático e atencioso. Sucesso ao blog e parabéns pela entrevista!

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  20. Eu ainda não conhecia o autor e achei bem bacana poder conhecê-lo um pouco, através dessa entrevista. Achei as respostas muito naturais e depois vou dar uma olhada na página.

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  21. Olá, tudo bem?
    Parabéns pela entrevista, gostei muito, está show.
    Um beijo.

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  22. Olá!
    Nossa, é sempre bom conhecer autores novos, principalmente se eles forem nacionais.
    Adoro história que abordam romance gay, por isso uma faísca de curiosidade de se acendeu dentro de mim para ler "Anjo Negro".
    Beijinhos

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  23. Olá! Amei a frase dele no início, foi linda! Amei conhecê-lo! Legal saber como foi sua inspiração, quando é por que começou a escrever. A sinopse me chamou bastante atenção, fiquei curiosa para ler. Beijos

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  24. Oi, Aline ^^
    Parabéns pela entrevista!
    Desconhecia a existência do autor e da obra. Fico imensamente feliz de ver mais um enredo LGBT ganhando asas e sendo exposto para os leitores, que a cada dia essa temática entre em nossas vidas e se tornem normais igual outro romance qualquer.
    Concordo plenamente na pesquisa antes de se criar um enredo. Se você quer fazer comparativos com a realidade tem que ter muito material (fonte) para se ter propriedade no que vai dizer se não acaba se tornando apenas algo desnecessário para o enredo, aquele famoso "enche linguiça".
    Espero poder ter um dia a chance de ler a obra do Lyan. Sucesso sempre a ele. E daqui algum tempo serei eu compondo esse quadro de autores LGBT. ^^
    Bjs

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  25. Olá, tudo bem? não conhecia o autor, mas confesso que estou muito em falta com o tema que ele trata nos livros. E gostei bastante das respostas dele, junto com a premissa do livro. Dica anotada!
    Beijos,
    diariasleituras.blogspot.com

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  26. Oi, tudo bem?

    Não conhecia o autor, mas já me interessou por ele escrever literatura LGBT. A capa de Anjo Negro me incomoda bastante, pois acredito que há outras formas visuais de dizer que seu livro traz a temática LGBT sem explodir a bandeira LGBT. Achei-a de péssimo gosto, infelizmente. E senti falta de você perguntar questões especificamente sobre literatura LGBT, já que parece ser esse o foco do autor. Como jornalista, digo que cê perdeu a oportunidade de fazer "a" pergunta haha. Mas tá muito boa a entrevista mesmo assim ;)
    Vou procurar saber mais do livro dele ^^

    Love, Nina.
    http://ninaeuma.blogspot.com/

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  27. Olá!!! Que interessante essa entrevista. Muito bom conhecer sobre o autor, seu trabalho e projetos. Muito bom você compartilhar. super bjoooooo

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  28. sempre fascinante ler livros nacionais, e ainda poder conhecer o autor por uma entrevista ? wow, ai e maravilhoso. A obra parece ser bem comovente devido o tema, infelizmente e algo que ocorre nos dias de hoje, por isso e sempre bom obras como esta que alem de motiva ajuda a compreender os lados

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  29. Olá!!
    Que capa toda linda, gostei bastante!!! Eu adoro ler entrevista, acabamos conhecendo um pouco mais da autora e sua escrita e acabamos nos interessando pelo livro e assim descobrindo uma história incrível. Gostei bastante das suas perguntas, principalmente das que você questiona "O que a palavra “escrever” significa na sua vida?" achei muito fofa a resposta. O livro parece ser muito interessante.


    Beijos

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  30. Olá
    Nossa a capa desse livro é linda e o enredo sobre bullying e superação é maravilhoso, concordo com o autor, nunca é hora de parar de abordar esse tema. eu creio que quanto mais informação e quanto mais esse gênero ficar comum melhor será para a vida de todos.
    Amei mesmo o enredo
    Beijuh

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  31. Olá!
    Eu adorei poder acompanhar essa entrevista e saber um pouco mais da vida do autor, além de suas inspirações para essa obra que parece ser muito interessante e tem um enredo com um assunto muito pertinente.
    Beijos.

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  32. Olá!

    Não conhecia o autor, mas achei a entrevista maravilhosa! Só agora estou conhecendo mais os romances LGBT, então a obra dele é uma ótima dica para mim, essa capa ficou show de bola! Achei que ele fosse muito mais jovem, aliás hahaha

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  33. Olá!
    Não conhecia o autor Ainda, apesar de não ter curtido muito a capa, a premissa parece ser muito boa, Ainda não tive experiência com romances LGBT, mas quem sabe não é uma forma de sair da zona de conforto. Ótima entrevista.

    Beijokas

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  34. Oi.

    Estou lendo alguns romances LGBT ultimamente e tenho adorado o que li.Ainda não conhecia esse autor, mas fiquei feliz por ter conhecido a obra dela agora. Fiquei interessada e vou procurar depois.

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  35. adorei o autor! não o conhecia nem sabia sobre suas obras, mas ler suas perguntas deu uma sensação de proximidade grande! Escrever é como um remédio ❤️❤️ também vejo dessa forma. escrever é minha forma de me curar. vou ler o livro desse divo com certeza!

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  36. Oi!
    Tudo bem?
    Não conhecia o autor, nem a obra. Fiquei bastante curiosa para ler :)
    Ótima entrevista!

    Bjs:*

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  37. Adorei a a entrevista, apesar de ainda não ter lido o livro.
    Mas eu escrevi ainda porque depois desta entrevista fiquei bastante curiosa para conhecer a obra.
    Beijos no coração.

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