Entrevista - Martina Romero

13:27

E hoje é dia de entrevista!
Desta vez, com a autora Martina Romero. Ela responderá nossas perguntas e falará sobre seus livros, bora conhecer ela?


 

Sobre a autora

Sou apaixonada por cavalos e livros. Comecei a escrever com dez anos, e depois disso não parei mais. Agora, com treze, sou viciada em romances sobrenaturais. Conheci o Wattpad em 2015, e lá comecei a publicar minhas histórias. A Vampira alcançou a marca das 150K leituras!








Sobre suas obras

  


Título da história: A Vampira
Sinopse: O que ela faz? Tenta se distrair.
Como? Matando e matando.
E agora? Ele volta.
E ela? O odeia.
Ele? A ama.
Mas como todos tem o seu "mas"... o dela foi continuar tendo sentimentos por ele, mesmo depois de tudo.
Mas será que ela poderia mudar? Por ele?
Katherine Miller é uma vampira que foi transformada mais de três séculos atrás, e teve a sorte de ser transformada por seu amor, Daniele. Mas, depois de oito anos juntos, Daniele decide abandona-la, alegando que não estava segura com ele. Ela não acreditou, mas ele prometeu que a protegeria, e para um vampiro, a palavra é tudo.
E agora, trezentos anos depois, ela está em Nova Orleans, fazendo exatamente o que uma vampira sem sentimentos faz: matando.
Para se entreter, ela se matricula na Loyola University, e encontra uma pessoa de seu passado lá. O choque é enorme. O que ele estava fazendo ali? Como ousava aparecer depois de tanto tempo?
Com a chegada de um Caçador Original na cidade - e uma visita dele à universidade - Katherine realmente começa a ficar mais séria, e levar os avisos de Daniele a sério. Mas não a ele. A única coisa que ela queria fazer era mata-lo! Ele a fizera sofrer por muito tempo, e ela se virara como pudera, e agora ele vinha com esse papo de eu te amo e só quero o melhor pra você? Ah, queime no inferno!
Mas depois de algum tempo, ela começa a perceber que ainda tinha algo com ele, e tentava mascarar isso com raiva. Mas pra ficar juntos, ela tinha que mudar. Tinha que voltar a ter humanidade.
Mas... será que ela conseguiria mudar? Por ele?
Seria ela capaz de apagar todas as décadas de maldade dentro de si, e voltar a ter sentimentos humanos?





Título da história: Crianças Assassinas
Sinopse: "As Crianças Assassinas não estão aqui para brincar. Elas estão para matar. Vingativas, elas irão te caçar. Ainda as quer libertar?"

Sarah é uma garota de dezesseis anos. Uma semana antes do Halloween, seus pais decidem viajar a trabalho, e horas depois que eles vão embora, ela recebe uma encomenda estranha. Um DVD nomeado Crianças Assassinas, o qual ela tem certeza que não encomendou.

Pensando ser apenas uma brincadeira de mal gosto - seus amigos sabem o quanto ela é medrosa -, ela assiste ao filme, e é aí que as coisas estranhas e assustadoras começam a acontecer. Mesmo avisada, Sarah despertou as Crianças, e agora terá que pagar.




Perguntas e respostas


Os seus personagens são baseados em pessoas reais ou são obras da sua imaginação?

Eu sempre digo que cada personagem tem um pouco do autor, tanto em características físicas quanto psicológicas. Então, meio que meus personagens tem um pouco de mim e um pouco da minha imaginação. Às vezes, me baseio em alguém real para compor a personalidade do meu personagem, mas nunca digo em quem peguei inspiração.

Cite três histórias que estejam no seu TOP3 de melhores livros:

Pode um TOP3 de sagas? Ahaha. Se puder, em terceiro lugar classificaria toda a série Adeus à Humanidade, da Marcia Rubim, em segundo lugar Corte de Rosas e Espinhos, da Sarah J Maas, e em primeiro toda a saga Trono de Vidro, da mesma autora.


Como você se sentiu ao assinar contrato com uma editora?

Extremamente feliz. Lembro que eu fui no cartório com meus pais, e aí entrei saltitando e saí aos pulos lá de dentro. Foi uma sensação tão indescritível, essa de assinar o contrato... tipo, aquele momento é o que você percebe que seu livro é bom o suficiente para ser aceitado por uma editora e publicado.


Se pudesse, mudaria algo em “A Vampira”? Se sim, por quê?

Oh, sim. Mudaria muita coisa. Mas isso acontece porque vamos amadurecendo, e nossas ideias também. Então, a cada mês, ou semana, vamos querer mudar alguma coisa. Aí depende de cada um se quer ou não reescrever.


Acredita que existe algum tipo de desinteresse pelos leitores e editoras, quando o assunto é livros nacionais?

Se eu dissesse que não acho isso, estaria mentindo. As grandes editoras acabam publicando os livros, mas não dão muita atenção ao autor, porque o povo brasileiro não faz isso. Quantas vezes a gente já ouviu aquela ladainha de “não vou comprar porque é nacional. Vai ser uma bosta!”? O próprio brasileiro discrimina, e por causa disso, as editoras perdem o interesse em publicar, porque é uma aposta grande, e não se sabe se vai vender bem ou não... me falaram que a Intrínseca não aceita originais nacionais. A Galera demora dois anos pra avaliar uma obra nacional. Arqueiro, Rocco, etc, não estão aceitando originais. Ah, pelo amor! Isso é extremamente frustrante. Mas só vai mudar se o brasileiro mudar sua atitude!


Quais são seus autores preferidos e por quê?

Tenho vários! Nacionais, são a Letícia Godoy, Marcia Rubim, FML Pepper... sei lá, não tem um porquê, eu simplesmente sou apaixonada pelas obras delas (e a Marcia e a Leh são super minhas amigas rsrs). E de outros países, eu amo a Sarah J Maas, porque ela tem uma escrita incrível, capaz de fazer a gente se apaixonar por um personagem e no capítulo seguinte querer matar ele. Me envolvo tanto nas obras dela que é como se eu fosse transportada para o mundo fantástico dela.


Quando descobriu que escrever era sua paixão?

Aos dez anos. Comecei a ler muito nessa idade, e queria inventar finais diferentes para as histórias, além de criar novas aventuras para os personagens. Hoje, eu sei que aquilo que eu escrevia eram fanfics, mas na época eu me sentia uma autora best seller hahaha. A paixão surgiu nessa idade, e nunca mais parei.

Eu não sei vocês, mas eu simplesmente AMEI as respostas da Martina! Muito orgulho dela!
Ah, e vocês podem não saber, mas essa garota de personalidade tão forte tem apenas 13 anos de idade. Convenhamos, é ou não é, um prodígio?

Bom, eu agradeço a participação dessa autora tão maravilhosa e espero que tenham gostado.
 Beijos e até a próxima!

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